O teste de nevoa salina (Salt Spray) é uma simulação dos efeitos de uma atmosfera marítima em diferentes metais com ou sem camadas protetoras.
Além disso, o teste de névoa salina é amplamente aceito como uma ferramenta para avaliação da uniformidade na espessura e porosidade de revestimentos metálicos ou não metálicos, sendo um dos ensaios mais aplicados para determinar a resistência a corrosão.
Dessa forma, pode-se utilizar o teste de névoa salina para fazer uma triagem em materiais revestidos revelando pontos onde a camada é particularmente menos espessa, ou para comparar diferentes lotes de um mesmo produto.
No ensaio de névoa salina o Laboratório produz a névoa com ar comprimido e uma solução de cloreto de sódio em água. A névoa pulverizada cai sob ação da gravidade sobre os corpos de prova. A suspensão em si não é corrosiva, porque seu pH é próximo de 7, porém essa solução é forte eletrólito que provoca corrosão dos substratos metálicos.
Por fim, algumas dessas variações do ensaio de Névoa salina estão apresentados a seguir.
Também é um teste utilizado para revestimentos orgânicos e inorgânicos mas particularmente aplicável para testar peças decorativas com níquel-cromo ou cobre-niquel-cromo e cádmio sobre o aço ou zinco. É um teste utilizado para avaliar a consistência da qualidade do produto.
É um teste mais rápido utilizado principalmente para peças decorativas revestidas com cobre-niquel-cromo ou níquel-cromo. O teste também é aplicado em alumínio anodizado, cromado ou fosfatizado.

Existem outras modificações do teste de névoa salina, como os testes cíclicos, teste com água do mar sintética, etc.
Estes testes são muito utilizados na indústria automotiva e na avaliação de corrosão por esfoliação de ligas de alumínio.
Esta prática é aplicável aos metais ferrosos e não ferrosos; revestimentos orgânicos e inorgânicos. As variações deste método são úteis quando a peça é submetida a um ambiente diferente ou mais corrosivo do que a névoa salina.




